Descobre o que se diz sobre a Pós-Graduação

29.9.16





É natural que possas ter algumas questões em relação à Pós-Graduação, sobretudo no que diz respeito ao seu impacto e interesse. E por esse motivo decidi juntar os testemunhos da primeiríssima edição para que possas decidir.



Cristina Pereira, mãe de uma criança de 2 anos, educadora e coordenadora num colégio
Obrigada, não só por estes três dias da pós-graduação mas também por ter mudado a minha vida (não estou a exagerar)!
A Magda faz parte daquele pequeno número de pessoas que por ser uma apaixonada por aquilo que faz, consegue contagiar toda a gente!
Esta pós graduação está de facto bem pensada e estruturada e é muito prática. E o grupo é excelente e rico pelas diferentes vivências e profissões, trazendo dúvidas e experiências que tanto enriquecem as aprendizagens.
Confesso que estava um pouco apreensiva, já tinha lido os seus livros, já tinha participado em workshops e já tinha feito o desafio “Berra-me baixo”, além de seguir o seu blog. Pensei que não devesse ter as expectativas tão altas porque talvez não saísse nada de novo… mas conseguiu surpreender como sempre, trouxe clareza aos meus pensamentos e motivação para pôr em prática o que aprendi não só na minha vida pessoal mas também profissional, visto trabalhar com crianças e com pais todos os dias. E sim faço questão de mudar mentalidades porque afinal também é disso que se trata.
Mudou a minha vida porque sou hoje uma pessoa melhor e mais feliz com a pessoa que me tornei!
Sou assim melhor pessoa, logo melhor mãe, melhor esposa e melhor profissional! Obrigada!






Cristina Figueira, coach, formadora e mãe
Com a Pós- Graduação tenho aprendido imenso, uma verdadeira mais valia na relação que tenho comigo e com a minha filha. É passar da teoria à pratica e aplicar todas as estratégias no dia a dia. Tornei-me mais consciente de todos os processos e assumi a minha parentalidade de uma forma genuína e sincera. Aprendi a criar os momentos que vão ao encontro das necessidades da minha filha e hoje os momentos de tensão são menores.
O caminho faz-se caminhando e estou muito grata por já ter dado alguns passos!






Sónia Fialho, diretora de Creche e mãe
Os primeiros 3 dias da primeira edição da pós graduação em parentalidade e educação positivas foram muito enriquecedores. Foram 3 dias intensos, de muita partilha, de troca de experiências, de uma enorme cumplicidade entre as participantes.
Desde que comecei a explorar o tema da parentalidade positiva tomei consciência do que eu queria para mim e para a minha família e, principalmente tomei consciência do que eu não queria. Não queria mais uma casa com conflitos, com discussões, com guerras constantes.
Para mim, tem sido uma experiência fantástica, sinto que cada dia que passa fico mais próxima dos meus filhos criando um vinculo cada vez mais forte.
São pequenas conquistas diárias que fazem toda a diferença na nossa vida.
Vale mesmo a pena investirmos em nós e na nossa família.
Obrigada Magda por ser quem é e por tudo o que faz pelas famílias.

QUEM TEM MEDO DA PARENTALIDADE POSITIVA?

28.9.16


Todos desejamos que os nossos filhos sejam pessoas capazes quando forem grandes. Não os queremos com manhas, não os queremos estragados e, se for preciso que sofram um pouco para aprenderem, então que assim seja, pensarão alguns. Esta forma de pensar, profundamente enraizada, parece garantir o sucesso no estilo de educação. E se é certo que a educação autoritária resulta no imediato, como já expliquei aqui, também sabemos que no médio e no longo prazo não é bem assim. Trabalho com muitos pais e é frequente ouvir 'nem a palmada funciona, ele já não tem medo de nada, desafia-me'.
Continua a confundir-se parentalidade positiva com permissiva. Eu percebo isso - o positivo faz pensar em permissivo e permissividade é ausência de limites e é não querer saber. E nenhum pai deseja sê-lo. Mas a parentalidade positiva não é nada disso.
Continua também a confundir-se parentalidade positiva com 'ter muita paciência'. Muitos pais precisam de deixar claro aos filhos que a sua paciência tem limites e utilizam um tom agressivo para o fazer, como se fosse um direito seu desrespeitar o filho, como se fosse uma obrigação do filho conseguir ler o estado de espírito do pai.

Esta ausência de competência assertivas em nós sempre foi mascarada pela permissão que nos damos em sermos mais agressivos, em ensinarmos pela via mais fácil e com a qual aprendemos.
Só que hoje, mais do que nunca, temos ainda mais responsabilidades - primeiro porque temos acesso a mais informação sobre o impacto de tais comportamentos no desenvolvimento emocional da criança [a criança pensa e sente e aprende]; de seguida porque a noção de respeito parece ter evoluído e a criança começa, finalmente, a contar; por outro lado, alguns pais não querem copiar o modelo que foi usado na sua própria educação. Na ausência de modelos equilibrados, procuram por tentativa erro aqueles que lhe servirão melhor. E, com alguma frequência, caem nos extremos, seja tudo permitindo, seja tudo impedindo, da forma que for. Finalmente, verifico que muitos pais precisam de existir na relação, de terem as suas necessidades escutadas e, porque isso não acontece, permitem-se um certo descontrolo, permitem-se colocar a culpa no outro por não se sentirem respeitados, por não terem o que precisam sem, em algumas situações, terem até noção disso mesmo. E esta é uma profunda desresponsabilização do adulto. Todos temos de descansar, de nos aprender a autorregular e, também desenvolver competências assertivas. Sobretudo se somos pais de crianças exigentes.

Simultaneamente, é importante juntarmos a este post informações científicas - e não meras opiniões e pensamentos - que nos confirmam tudo aquilo que acabei de escrever.

O Centro de desenvolvimento da criança, da Universidade de Harvard afirma que para que possamos guiar de forma eficaz as nossas crianças, isso implica que nos possamos recentrar e autorregular.
'Para favorecer o bom funcionamento executivo [do cérebro], isso implica um acompanhamento sensível e apropriado assim como uma aprendizagem individualizada'.  Os miúdos precisam de nós para aprenderem. Achas mesmo que sabem calçar um par de sapatos sozinhos, se nunca o fizeram? Achas mesmo que é porque ameaças e gritas que ele vai descobrir? E se já o ajudaste, achas mesmo que consegue aprender à primeira, em todas as circunstâncias?

'Este acompanhamento deve acontecer num ambiente onde a criança possa fazer escolhas, dirigir as suas próprias atividades enquanto que o adulto se apaga progressivamente. Nestes ambientes, o adulto oferece um apoio e sabe autorregular-se [...]. São ambientes onde o adulto se mostra disponível, sem pressão e onde este consegue dar do seu tempo para ajudar as crianças a usarem as suas competências em desenvolvimento.'

Porque motivo temos tanto receio em promover o pensamento crítico? Porque receio temos tanto receio em dar a escolher?
É uma pena que, por falta de paciência, não nos consigamos auto-controlar e sermos aquilo que temos de ser para os nossos filhos [e todas as crianças com quem lidamos]: pessoas que ensinam e guiam. Só isso.

O que fazemos com as nossas necessidades, com as nossas explosões de raiva, com as nossas frustrações? 
Diz-me tu - ou pensa nisso: O que fazes com elas? Quem é que tem de lidar com tudo isso?
Eu escreverei um post a pensar nisso.


Este é um dos temas de fundo da Pós-Graduação em Parentalidade e Educação Positivas. Podes ver mais informações aqui





Por dentro da Pós-Graduação - 1ª Edição

26.9.16
 O grande objetivo desta ação é formar profissionais competentes, capazes de identificar as situações, usar as ferramentas que vão adquirindo ao longo da ação e que levem paz e felicidade às famílias e instituições com quem trabalham.
A ação é intensa, ambiciosa e muito muito prática e no final foram essas as palavras que este grupo incrível usou para definir os 3 dias que passámos juntas.

Para além de tudo isto ganhas com a experiência humana e com a riqueza das pessoas que estão presentes. Estou de coração a transbordar de gratidão.... e daqui a um mês voltamos a encontrar-nos!
Deixo-te algumas imagens desta experiência tão gratificante.

Detalhe dos manuais e dos identificadores dos participantes


De véspera, depois de ter montado a sala. Feliz!

Trabalho de grupo

Concentração

"Cheese!"


Manual e material da Pós-Graduação 

Trabalho de grupo 

Tantos sorrisos, gargalhadas e partilhas! 

 Consegues ver a energia deste grupo, mesmo depois de 3 dias intensos de aprendizagem?



Detalhe
Who's the boss? 


9h00 da manhã de Sábado 


Queres saber mais? Clica aqui e fica a conhecer os módulos. Próximas edições:
3ª Edição Lisboa  : 25, 26 e 27 Novembro | 11, 12 e 13 Janeiro 2017
4ª Edição Porto : 20, 21 e 22 Janeiro 2017 | 17,18 e 19 Fevereiro 2017
Email: cursos@parentalidadepositiva.com

E subir as escadas rolantes no sentido contrário?

23.9.16




Quem já não subiu as escadas rolantes em sentido contrário?

Quem é que nunca se sentou nelas, enquanto elas sobem ou descem?

Quem é que nunca colocou o pezinho na calha?

Pois é, tudo isto e muitas outras habilidades podem dar origem a acidentes perfeitamente evitáveis.

A Thyssenkrupp  Elevadores vai realizar este fim-de-semana, no shopping Cidade do Porto,uma série de atividades e jogos para sensibilizar os miúdos (e nós, famílias!) para o cumprimento destas regras. E se é a Thyssenkrupp que o faz é porque sabe do que está a falar e tem noção desta realidade.

É verdade que os acidentes acontecem quando menos se espera e nos lugares mais improváveis. Lembro-me há uns anos, quando fiz uma Pós-Graduação em Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho de termos visto um caso de um jovem que se ‘espalhou’ numa escada rolante. Ele tinha saído do metro, em Londres, e ia a correr para o trabalho. Até para andar nas escadas rolantes há regras: devemos ir sempre encostados à direita para deixar o corredor da esquerda livre para quem está com pressa. É mesmo assim. Ora este jovem, subia apressadamente pelo corredor da esquerda choca com uma senhora decide passar para o lado esquerdo, para continuar a conversa com a amiga. Resultado: traumatismos, atrasos e uma grande dor de cabeça. Apenas porque alguém se distraiu e esqueceu-se da regra.


Este fim-de-semana, no Porto, dá um salto ao Shopping Cidade do Porto. Sábado e Domingo, o dia todo, haverá ações de sensibilização, jogos engraçados e aprendizagens. Para que as nossas saídas possam ser sempre livres de perigo! E aposto que da próxima vez que te esqueceres da regra, o teu filho vai alertar-te!


Dia Internacional da Paz | Did we fu'?ed up everything?

21.9.16

Sempre gostámos de partilhar com os miúdos aquelas músicas que gostamos mesmo. E partilhamos os clássicos.

No outro dia à mesa escutávamos os Beatles e passou esta música do John Lennon. A minha filha pediu-me para explicar porque é que tinha ficado tão séria e pensativa.

Olhei para a minha cara metade e disse-lhe, em inglês: 'sometimes I think we fu'?ed up the world...' e depois contive-me e respondi-lhe que esta é das melhores e mais belas visões do mundo.

Hoje é o dia internacional da paz. Que ela comece em cada um de nós e que todos possamos tê-la nas nossas vidas, sem nunca perdermos a esperança de um mundo como se canta nesta canção.

CONCENTRAÇÃO, MOTIVAÇÃO E ESTUDO: REGRESSO À ESCOLA

16.9.16
Fotos: Stim

Uma criança necessita de um ambiente organizado, sossegado e com o mínimo de distracoes. E distrações não são apenas uma televisão ou um local com muito ruído. Pode ser uma secretaria desarrumada, cheia de livros, bonecos e outras coisas que não permitem que o cérebro da criança se foque no essencial e entre em estado de flow - que é um estado de concentração ótimo. Fazemos muito bem em pedir aos nossos filhos para terem as mesas arrumadas e para terem ordem e disciplina no seu trabalho.

Para além do espaço organizado, com material que funciona e está estimado e arrumado, a criança precisa que o ambiente seja calmo e sossegado. No entanto, é comum a criança fazer o trabalho de casa num ambiente de stress, com um ‘despacha-te que ainda tens de ir tomar banho/ir para o judo/jantar’… e isto causa-lhe ansiedade, tornando a concentração mais difícil.

Estes são os dois primeiros pontos que devemos assegurar. A seguir vem a ordem com que ela realiza o seu trabalho, que veremos mais à frente.


E como é que a criança aprende?
A criança adquire conhecimento quando lhe é transmitido o conhecimento e é testada sobre ele, fazendo uso dele, por exemplo, de forma o mais possível concreta. Como assim? Quando aprende sons e letras - poderá usá-los na leitura, lendo palavras. Na matemática, fazendo exercicios. E aprenderá melhor ainda quando errar e for imediatamente corrigida. Isso dará uma informação ao cerebro como é que tem de ser. Mas, para consolidar a aprendizagem, precisa de voltar a fazer, para enviar a informação correta. O mesmo se aplica no estudo da História e de outras materias.


Sem ser com subornos ou ameaças, qual é a melhor forma para motivar uma criança nos seus estudos?

A motivação é uma porta que abre por dentro. Percebo o uso de estrelas e sóis em muitas escolas - porque torna o trabalho mais simples - mas a verdade é que há cada vez mais estudos (que fazem uso de imagiologia cerebral) onde vemos que no médio e no longo prazo a zona que traduz o interesse pelo prémio deixa de ser ativada.

Para motivar a criança, a aprendizagem deve acrescentar conhecimento, deve ser apresentada de forma interessante e ela deve poder usar, de alguma forma, essa aprendizagem.

Mas hoje sabemos que a motivação não é algo espontâneo e depende da auto-disciplina. Daí que seja fundamental trabalharmos competencias como a autorregulação com os nossos filhos e que estão diretamente ligadas à questãoo da disciplina.

Finalmente, uma fonte de motivação é a presença dos pais e o seu interesse continuo.

E devemos fazer os TPCs com os nossos filhos?
Não, não devemos. Mas não fazer os TPCs com os miúdos não quer dizer não acompanhar. Quer dizer apenas que não os devemos fazer por eles. No entanto, devemos - é um dever, de facto - transmitir-lhes métodos de estudo (como ter a mesa organizada, o material preparado, ler bem os enunciados, refletir, …) e passar-lhes o entusiasmo pela aprendizagem.

A criança tem dificuldades - devemos apoiar? Sim, mas é fundamental que se ela não adquiriu os conhecimentos em sala, que se possa falar com o professor. Há uma relação professor / aluno que tem de ser mantida.


Como é que os ajudamos a rentabilizar o estudo para depois terem tempo para o mais importante?

No caso dos TPCs serem enviados de forma equilibrada - e não entrando no tema TPC’s sim ou não - as rotinas é que nos vão ajudar a rentabilizar o estudo.

Se a criança sair muito tarde da escola, porque fica à espera dos pais, era importante que a escola pudesse reservar uma sala mais sossegada para os alunos poderem fazer os trabalhos que têm. Não é uma sala de estudo acompanhado e sim uma sala onde o aluno rentabiliza o seu tempo, estando um adulto presente para garantir a segurança apenas.

No caso de ir cedo para casa, deverá ser a primeira coisa que faz, com a supervisão dos pais como falámos antes e depois poderá passar ao lazer. No primeiro ano e também no segundo, a criação de um método de estudo e organização pode, em certa medida, ditar o sucesso escolar da criança mas, nos outros anos ainda vamos bem a tempo!



O conjuntinho que levei é da @LaRedoute que me ajuda a ficar fantástica!

Brincar aos modelos e oferta de 6 livros!

14.9.16



+La Redoute PT Fotógrafo: João Portugal | Stylist: Gilda Gaudêncio | Makeup: Bekas

Diz-se que quando o aluno está pronto, o mestre aparece. E parece que sim!
Desde este verão que decidi tornar-me assumidamente mais vaidosa. Com tudo o que isso implica - nomeadamente o consumo de tempo, o experimentar e o atrever-me em coisas novas.
Quando a La Redoute me contactou, há umas semanas, para fazer uma sessão de fotos com os miúdos, tendo por base o regresso às aulas, sorri. E aceitei prontamente! 
Gostámos tanto, foi mesmo divertido - para os miúdos e também para mim!
A equipa La Redoute é top e as fotos estão espectaculares. Já vi todas, deixo-te aqui algumas :)



+La Redoute PT Fotógrafo: João Portugal | Stylist: Gilda Gaudêncio | Makeup: Bekas


Esta parece ser a tendência do ano - e é mesmo uma das minhas favoritas! Também gostas?

PASSATEMPO

Entretanto, a La Redoute lança-te um desafio:

"Até ao dia 30/setembro, partilhem connosco alguns hábitos, rotinas ou estratégias que resultem no dia a dia com os vossos filhos (limite de 50 palavras).
Os autores das 3 ideias mais originais receberão um conjunto de livros da Magda Gomes Dias."
Clica aqui para participar e ganhares os dois livros :)"


+La Redoute PT Fotógrafo: João Portugal | Stylist: Gilda Gaudêncio | Makeup: Bekas

Nada mau, hein?
Entretanto vou publicando por aqui mais posts que vão surgir, com ideias para este regresso às aulas. E sempre que tiveres uma ideia original, deixa-a ficar aqui!

3 competências fundamentais, Eu sou Capaz | Eu tenho Valor | Eu sou Responsável

13.9.16

Erámos 14 em sala, motivados e entusiasmados para saber mais sobre como aprende uma criança as 3 competências fundamentais para crescer de forma emocionalmente segura:

Eu sou capaz

Eu tenho valor

Eu sou responsável


Lê mais aqui!





Com as bases das neuro-ciências, da comunicação positiva e não violenta, com a ajuda da Inteligência Emocional, percorremos os momentos do desenvolvimento da criança dos 0 aos 6 anos.

Percebemos bem o papel do educador neste trajeto e a nossa missão enquanto seres humanos.

Podes ler mais aqui:
http://mumstheboss.blogspot.pt/2016/09/as-3-competencias-fundamentais-serem.html


A nova edição vai acontecer já em Outubro, no Porto, DBarriga

Segunda-Feira - 10 de Outubro - 19h00-22h00 (3h)
Segunda-Feira - 17 de Outubro - 19h00-22h00 (3h)

Emissão de certificado, no final da ação.

Valor: 60,00€
Email de contato: geral@dbarriga.pt
Morada: Rua Sarmento Beires 339 4250-449 Porto
Telefone DBarriga: +351 938 359 665 | +351 220 120 945


Alguns testemunhos de quem esteve nesta última ação:


Na nossa sociedade há adultos que não tratam com respeito as crianças. Gostei muito da ação em geral e dos casos práticos (resolução) em particular.
Gracinda Martins, Educadora de Infância


Um tema atual que ajuda pais e profissionais a lidar melhor com os desafios da parentalidade!

Sofia, Educadora de Infância, blogger em Pedaços de Nós


Adorei a formação da Magda que, de forma tão clara e esclarecedora me fez aprender mais sobre a parentalidade positiva. A forma como conduz a ação e de como dá exemplos práticos ajuda imenso os pais a gerir o seu dia-a-dia e a sua ligação com os filhos.

Raquel Pacheco Neves, farmaceutica e criadora do site Bebéu

Todas as crianças devem ser respeitada como seres de valor que são. Nós, gente grande, temos muito a aprender com eles.
Isabel,  Educadora de Infância - e à procura de uma oportunidade para trabalhar nesta área.

As 3 competências fundamentais a serem trabalhadas na escola e que valem ouro na vida da criança

2.9.16


Para além do saber, a escola é um lugar extraordinário para trabalhar as competências sociais que vão ser ferramentas fundamentais para o seu crescimento enquanto pessoa comprometida, atenta, feliz.
Se é verdade que a escola existe para ensinar e transmitir conhecimento, também é verdade que cada professor e cada auxiliar são adultos de referência nas suas vidas e que fazem mesmo toda, mas mesmo toda a diferença. 
Na verdade, não acredito que nenhum educador ou professor vá para esta profissão sem acreditar que assim é!


Na escola também aprendemos competências sociais. Quais são essas?

Eu sou capaz
Eu sou capaz de adiar a minha vontade de ir já para o recreio brincar e ficar a terminar de pintar o meu desenho. Eu sou capaz de tocar o solo em guitarra na festa de final de ano. Eu sou capaz de dizer ao João para parar de me chatear.
A autonomia trabalha-se em sala.

Eu tenho valor
Eu tenho receio de não conseguir fazer melhor e por isso não arrisco. Eu gosto de aprender e fui feito para aprender!
Todas as crianças têm dentro de si um enorme potencial. Basta saber ver e ajudar a trazer tudo isso cá para fora. Aposto que qualquer uma delas vai agradecer, mais tarde!





Eu sou responsável
Eu sou responsável pelas minhas escolhas e estou a aprender a lidar com a frustração de fazer escolhas erradas. Eu sou responsável por gerir as minhas emoções mas como ainda não o sei fazer muito bem, preciso que me mostrem como é que isso se faz. Eu sou responsável pelo meu material da escola e por arrumar esse mesmo material no final do dia.
E preciso de ajuda, que me acompanhem e corrijam porque só assim posso aprender. 


Estas 3 competências precisam de ser muito bem trabalhadas antes dos 6 anos de idade. 

Primeiro: porque o cérebro é capaz de absorver toda esta informação muito mais facilmente. Depois, porque a criança precisa desta ferramentas - são-lhe de enorme utilidade!
Segundo: porque estão na base da construção da forma de ser dessa criança. Até aos 6 anos a criança vai enraizar comportamentos e crenças. Depois dessa idade é mais difícil. Porquê? Porque teremos de desconstruir padrões de comportamentos e pensamentos menos favoráveis.

Vou fazer uma ação no Porto, de dia inteiro, sobre estas 3 competências para mostrar exatemente como é que elas podem ser trabalhadas. São bem-vindos todos os interessados que trabalhem com pais e crianças - professores, médicos, psicólogos, terapeutas, auxiliares, assistentes, enfermeiros - e, naturalmente, os pais.
Inscrições limitadas.

Email de contato: geral@dbarriga.pt 
Morada: Rua Sarmento Beires 339 4250-449 Porto
Telefone DBarriga: +351 938 359 665 | +351 220 120 945

PERGUNTA. EU RESPONDO | ASK MUM

29.8.16


Tenho recebido muitos emails com questões e nem sempre consigo responder a tudo. Estou numa dessas fases.
Então gostava muito que me enviasses as tuas questões através deste link. Porquê? Para te responder em forma de post. Ficará sempre tudo anónimo, naturalmente.
E já agora, partilha com as tuas amigas!

P.S. Claro que me podes contactar para fazer uma sessão de Coaching e Aconselhamento Parental. Envia um email para info@parentalidadepositiva.com


5 DICAS INFALÍVEIS PARA TRABALHARES A AUTONOMIA DOS TEUS FILHOS ANTES DO REGRESSO ÀS AULAS

26.8.16



As semanas que antecedem o regresso às aulas podem ser ótimas oportunidades para ajudarmos os nossos filhos a tornarem-se mais autónomos, independentes e responsáveis. 
Por isso, e nas próximas linhas vais encontrar as 5 melhores dicas para trabalhar estes 3 pontos. Anda daí!


1. MOSTRA-LHE COMO SE FAZ!

Veste tu uma t-shirt tua. Mostra-lhe como o fazes, descrevendo. ‘Primeiro passas a cabeça. Sabes onde está a etiqueta? Está aqui! E sabes de que lado é que ela fica? Isso tudo! E agora o que falta? As mangas. Vamos lá! Agora é a tua vez’. Descreve o que o vês fazer, não precisas de elogiar. E quanto mais descreves, mais ele escuta o que é que tem de fazer - ’Agora olhamos para o quê? Oh, já te esqueceste? Sim, a etiqueta!’.Agora vamos despir. Eu faço primeiro e depois imitas.’

E para ficar ainda mais perfeito, invertam os papeis. Como?

Diz-lhe: Agora tu és a mãe e eu sou o Miguel. Vá, mãe, ensinas-me a vestir e a despir a t-shirt?

Engana-te e pede-lhe ajuda. Ele sentir-se-á útil e crescido!

Depois da tshirt podes passar para as calças e para os vestidos fáceis de vestir! Espreita estas calças e estes vestidos - ajuda imenso na tarefa!

Repetir, repetir, repetir com entusiasmo e alegria!

2. SIMPLIFICA A TAREFA.
Se queremos que os miúdos se entusiasmem e se sintam capazes, convém escolhermos tarefas adaptadas às suas idades. Não compliques - pelo contrário, procura tornar a tarefa simples. Aos 3 anos uma criança já se pode vestir e despir sozinha. Aos 2 anos já se consegue calçar mas não consegue dar o laço nos atacadores. Por isso não lhe dês sapatilhas com atacadores. Eu gosto destas da Vertbaudet, com velcro - que ajudam a distinguir o direito do esquerdo - e destas botas agora para o inverno. Para além de serem mais seguras - porque não vão correr o risco de tropeçarem - podem chegar a casa e tirar o calçado sozinhos. Na hora de sair não estarão dependentes dos pais para se calçarem.
E o mesmo digo quando se tratam das calças - fáceis de vestir e de apertar - e das camisolas, camisas e blusões com botões descomplicados. Sou fã do conceito que a Vertbaudet tem vindo a desenvolver desde há uns anos e que se calhar já conheces, o Consigo Sozinho - e que está tão bem pensado!

Quando é que lhes podes dar calçado com atacadores? A partir dos 4 anos [motrocidade fina] já podes começar a ensinar a dar o laço - assim ela saberá como fazer e não terá de pedir ajuda. Autonomia, independência, responsabilidade é o que estás a trabalhar neste simples aspeto.

3. DEIXA-O ESCOLHER E INTERVIR NAS SITUAÇÕES.

É verdade que há situações em que os miúdos escolhem de véspera o que vão vestir e no dia a seguir já mudaram de ideias. Acredito que isto aconteça num grande número de casas. Mas isso não invalida que preparem, em conjunto, a roupa para o dia a seguir, a mochila e até o lanche, se for possível. Já viste estes conjuntos que simplificam imenso a vida? Também são da coleção Consigo Sozinho!

Mais!, podes perfeitamente ensiná-lo a dobrar a roupinha e ajudá-lo a arrumar as peças nas gavetas.
Naturalmente que há dias em que corre bem, outros em que ele não está nem aí.

Mas vou contar-te o segredo para isto resultar:


Primeiro precisas de tirar satisfação do ato de ensinar - e não propriamente do ato de arrumar. Depois, precisas mesmo de repetir com o teu filho a tarefa. Várias vezes. Depois, é muito importante que saibas lidar com a tua frustração porque as coisas não vão ficar tão perfeitas como se tivesses sido tu a fazer. Mas, ao fim de pouco tempo, e se continuares a acompanhar, o teu pequeno vai sentir-se útil, autónomo e vai ter prazer em zelar pelas coisas deles. Insiste nisto. O segredo está no prazer que tu vais ter em ensinar. Vai por mim, muda tudo!

4. TABELA DAS TAREFAS.
Que atire a primeira pedra aquele que nunca teve uma manhã complicada com os fllhos. Temos todos! Por isso é que a tabela das tarefas ajuda, e muito, no corre-corre da manhã. Esta é uma tabela feita pelo teu filho [tu podes ajudar] mas quem a faz é ele. Porquê? Porque assim é que se vai apropriar dela e vai ter vontade de cumprir com o que lá está e que até foi sugerido por ele. Podes ler mais sobre a tabela neste link e também no meu livro Berra-me Baixo.

5. ACOMPANHA, CORRIGE E ENCORAJA!
Uma criança só consegue tornar-se autónoma, explorar e intervir no seu ambiente quando se sente segura. É interessante, não é? Ora, para se sentir segura e confiante, precisa de ti e do teu acompanhamento. Então ensina e, como te disse no ponto 3, tens de ter prazer nestes ensinamentos.

Imagina que o teu filho deixou cair um pouco de água do copo dele no chão. Não precisas de te chatear, são coisas que acontecem. Mas, em vez de ires limpar, chama por ele, entrega-lhe uma esponja ou pano e pede para ele o fazer. Acompanha, corrige e encoraja.São estas pequenas coisas que fazem toda a diferença e trabalham estes 3 pontos tão importantes.

E sim, logo a partir dos 2 anos podemos ajudá-los a conquistar estas competências. Sabes o que é mais incrível? É que eles querem aprender! Estão desejosos de fazê-lo. Na verdade, a única coisa que uma criança não pode fazer é não aprender - ela nasceu para isso.

Aproveita estes dias antes do regresso às aulas para, com mais tempo, foco e paciência, trabalhares a autonomia dos teus filhos. Garanto-te que vai valer a pena!

Fica atenta - nos próximos dias vou escrever sobre como preparar a rentrée escolar, uma possível mudança de escola, sobre a entrada na pré-adolescência [para aqueles que vão agora para o ciclo!), sobre o bullying, como entusiasmar os miudos para o estudo, o papel dos professores e muito, muito mais. Tudo aqui!


FORMAÇÃO PARA PROFISSIONAIS: EDUCAÇÃO E PARENTALIDADE POSITIVA - CRIANÇAS 0 AOS 6 ANOS

25.8.16

Fonte da fotografia: Pinterest

Trabalha com crianças e/ou famílias e gostaria de melhorar as suas competências nas áreas da educação e parentalidade?
Em parceria com o DBarriga, vamos realizar uma ação sobre Educação e Parentalidade Positivas para Profissionais. 

Data: 9 de Setembro, Sexta-Feira
Local: DBarriga - Porto - Rua Sarmento Beires 339 | 4250-449 Porto
Horário: 10h00 - 13h00 | 14h00 - 17h00 [6 horas]
Para quem? Professores, médicos, enfermeiros, terapeutas, auxiliares de ação educativa, assistentes sociais e todos os interessados.
Como me posso inscrever? Diretamente neste link, através do email geral@dbarriga.pt ou ligando diretamente para o DBarriga: +351 938 359 665 | +351 220 120 945

Nesta ação de dia inteiro serão abordados os fundamentos da Educação e Parentalidade Positivas*, os princípios da Linguagem não-violenta e as principais ferramentas da Inteligência Emocional.

Trabalharemos as 3 competências da criança:

- Eu sou capaz [autonomia]

- Eu tenho valor [auto-estima]

- As minhas escolhas têm impacto [responsabilização]

Simultaneamente, aprenderemos a

- Criar um ambiente seguro para a criança, nomeadamente em termos afectivos; 
- Melhor a comunicação verbal e não verbal dos profissionais;
- Gerir as emoções e fazer autorregulação.

Ação dedicada a profissionais com exemplos e exercícios práticos sobre o dia-a-dia.

*Modelo da Escola da Parentalidade e Educação Positivas | Magda Gomes Dias

6 horas de formação prática, repleta de exercícios e que irão transformar a relação educador/criança, criando um ambiente seguro e motivador para ambos




Conteúdos | Tags


Linguagem não-violenta e positiva
Inteligência Emocional
Educação Positiva
Parentalidade Positiva
Resiliência
Autoridade
Auto-Estima
Características da criança dos 0 aos 6 anos
Necessidades das crianças
Entender a base dos comportamentos desadequados
Como gerir conflitos




Valor: 60,00€

Preços especiais para inscrições de grupo. Ver aqui.

Email de contato: geral@dbarriga.pt 
Morada: Rua Sarmento Beires 339 4250-449 Porto
Telefone DBarriga: +351 938 359 665 | +351 220 120 945

Sabes lidar com o 'Tu não mandas em mim?'

25.8.16
E um belo dia, ao pedires ao teu filho para ajudar a pôr a mesa ele sai-se com um 'Tu não mandas em mim!' e tu pensas 'Ui, o que é isto? Como é que isto aconteceu?'.

E, de repente pode acontecer muita coisa: podem argumentar, podes dizer-lhe 'tu não me falas assim' ao que ele pode muito bem responder 'e tu também não' e, sem darmos por ela entrámos num diálogo de surdos impossível!


Como tu és o adulto e como provavelmente és tu que estás a ler este post, convido-te a experimentares o seguinte [experimenta! Não acredites nas minhas palavras - vai lá e faz acontecer isto e depois diz-me como foi].


1. Lembra-te que quando este tipo de 'respostas' acontecem, o vosso vínculo está fragilizado. Pode não ser muito ou até pode ser - tu saberás.
2. Procura escutar para além das palavras: o que é que ele está mesmo a dizer-te? Que não gosta de pôr a mesa, que gostava que a mesa estivesse pronta todos os dias ou que não gosta que lhe estejam sempre a mandar fazer coisas?
3. Procura também lembrar-te se tens criado oportunidades para fazerem coisas que lhe dão prazer ou se fazem sempre e apenas as obrigações.
4.Mas ele não me pode responder assim, dizes tu... mas a verdade é que responde... e eu gostava que te lembrasses que não é possível lidares com este tipo de 'provocações' através de medidas autoritárias e sim através da criação de um vínculo importante.


Questão que naturalmente te vais colocar agora:
-E castigar ou ralhar não posso, esta agora!?


Claro que podes! Ninguém te impede disso. O que é que vai acontecer quando ralhas e castigas?
Pois, isso tudo: na altura até pode resultar mas muito em breve terás uma situação muito semelhante e, aos poucos, os castigos e os ralhetes deixam mesmo de funcionar. E, aos pouquinhos, e quase sem te dares por isso, o vosso vínculo foi ficando cada vez mais pequeno, mais pequeno...e este tipo de respostas mais e mais frequentes... e aposto que não é isso que queres, pois não?


Faz agora uma pausa e coloca-te do lado do teu filho. Muito possivelmente, para estar a dizer-te uma coisa destas é porque está desconectado de ti, sente-se pouco compreendido e não sabe lidar com os seus sentimentos. É possível que sinta que ninguém o escuta mesmo quando tu achas que sim... O que é que ele precisa? Que páres e o escutes, de facto! E não precisará sempre de lições.




Há pais que me dizem algumas vezes que se sentam com os filhos com calma e falam com eles com calma e lhes dizem as coisas.. com calma. Asseguram-me que os filhos prometem que vão fazer diferente da próxima vez mas a verdade é que a próxima vez é logo ali, ao virar da esquina e é o 'vira o disco e toca o mesmo'. Porquê?
Porque aquilo que fizeram foi falarem com muita paciência e com calma MAS falharam no mais importante: não escutaram! É escutar, não é opinar! É fazer perguntas, ser curioso, sem adicionar.
Queres experimentar? Não é simples, garanto que não é MAS vale todo o teu tempo e toda a pena!!
Não acredites no que te digo - experimenta!!! Posso estar apenas a querer passar-te uma rasteira e só saberás se experimentares. Depois vem cá contar como foi!


Eu sei que estás sempre a ler isto e é porque é apenas a mais pura das verdades.
As crianças soletram AMOR = TEMPO

Este tipo de resposta também pode ser uma forma de repetição/imitação. E se tiveres essa impressão podes simplesmente perguntar-lhe 'De que forma? Tenho a impressão que te sentiste agredido/magoado. Explicas-me melhor?'

Finalmente, é mesmo verdade que não podemos forçar ninguém a fazer aquilo que queremos se a pessoa assim o desejou. É mesmo verdade! Mas quando o vínculo é bom, ela vai querer cooperar, em troco de nada, só porque tem boa-vontade connosco. Esta é a verdadeira varinha de condão da parentalidade!

Podes ler mais sobre estas atitudes desafiantes no meu livro Crianças Felizes e também no Berra-me Baixo que já vai na 3ª edição.

EDUCAÇÃO E PARENTALIDADE POSITIVAS PARA PROFISSIONAIS [CRIANÇAS DOS 0 AOS 6 ANOS]

24.8.16
Fonte da fotografia: Pinterest

Trabalha com crianças e/ou famílias e gostaria de melhorar as suas competências nas áreas da educação e parentalidade?
Em parceria com o DBarriga, vamos realizar uma ação sobre Educação e Parentalidade Positivas para Profissionais. 

Data: 9 de Setembro, Sexta-Feira
Local: DBarriga - Porto - Rua Sarmento Beires 339 | 4250-449 Porto
Horário: 10h00 - 13h00 | 14h00 - 17h00 [6 horas]
Para quem? Professores, médicos, enfermeiros, terapeutas, auxiliares de ação educativa, assistentes sociais e todos os interessados.
Como me posso inscrever? Diretamente neste link, através do email geral@dbarriga.pt ou ligando diretamente para o DBarriga: +351 938 359 665 | +351 220 120 945

Nesta ação de dia inteiro serão abordados os fundamentos da Educação e Parentalidade Positivas*, os princípios da Linguagem não-violenta e as principais ferramentas da Inteligência Emocional.

Trabalharemos as 3 competências da criança:

- Eu sou capaz [autonomia]

- Eu tenho valor [auto-estima]

- As minhas escolhas têm impacto [responsabilização]

Simultaneamente, aprenderemos a

- Criar um ambiente seguro para a criança, nomeadamente em termos afectivos; 
- Melhor a comunicação verbal e não verbal dos profissionais;
- Gerir as emoções e fazer autorregulação.

Ação dedicada a profissionais com exemplos e exercícios práticos sobre o dia-a-dia.

*Modelo da Escola da Parentalidade e Educação Positivas | Magda Gomes Dias

6 horas de formação prática, repleta de exercícios e que irão transformar a relação educador/criança, criando um ambiente seguro e motivador para ambos




Conteúdos | Tags


Linguagem não-violenta e positiva
Inteligência Emocional
Educação Positiva
Parentalidade Positiva
Resiliência
Autoridade
Auto-Estima
Características da criança dos 0 aos 6 anos
Necessidades das crianças
Entender a base dos comportamentos desadequados
Como gerir conflitos




Valor: 60,00€

Preços especiais para inscrições de grupo. Ver aqui.

Email de contato: geral@dbarriga.pt 
Morada: Rua Sarmento Beires 339 4250-449 Porto
Telefone DBarriga: +351 938 359 665 | +351 220 120 945

Já sabes onde é que também podes encontrar o Berra-me Baixo autografado?

24.8.16


O Berra-me Baixo está na 3ª edição e a crítica tem sido absolutamente incrível!
Lançar este desafio no blogue, ter criado a newsletter foi mesmo das melhores ideias que tive. Mas o que me deu mesmo muita satisfação - e foi um desafio enorme - foi ter escrito o livro cheio de material novo e exclusivo!

Podes encontrar o novo livro aqui e aqui e também.

Se o quiseres autografado e com uma dedicatória, só precisas de me enviar um email.
E o mesmo é válido, naturalmente, para o Crianças Felizes!
info@parentalidadepositiva.com



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